domingo, 14 de janeiro de 2018

O impacto das redes sociais na vida das pessoas

Leandro Karnal faz uma reflexão interessante em uma reportagem sobre “o impacto das redes sociais na vida das pessoas”, fato esse que considero bastante interessante e verdadeiro.
É bem verdade que atualmente as pessoas estão “se aproximando tornando-se distantes”. Confuso não? Enquanto que antigamente grupos de amigos marcavam encontros frequentes para “bater um papo” hoje simplesmente criam um grupo no whatsaap e vão mantendo “contato virtual” por ali e aquele contato “olho no olho” de que o historiador fala, fica cada vez mais difícil de acontecer.
Essa é uma boa oportunidade para refletirmos sobre o ônus e o bônus das redes sociais em nossas vidas.

Importante reconhecer que a evolução e a transformação cultural através das tecnologias, principalmente as ligadas as relações virtuais agregam diversos pontos positivos em nossas vidas, mas há também aquelas em que é preciso repensar... O contato “olho no olho” não pode deixar de existir.

Vejo nos almoços em família, ao invés dos integrantes interagirem, já que a correria do dia a dia tornam esses momentos cada vez mais raros, desperdiçam esse precioso tempo, conectados em seus celulares.

Nesse natal, aconteceu um fato bastante interessante na minha família. Alugamos uma casa na praia e chegando lá, nenhum sinal de celular, nem a TV pegava direito. No início, todos ficamo desconcertados, mas aos poucos percebemos que era um belo momento de aproximação. Foi uma delícia... Momento maravilhoso!!!


segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Diversidade

           Trabalho na Rede Municipal de Sapucaia do Sul e na escola em que atuo existem alguns assuntos em comum que todas as turmas precisam abordados em todas as turmas da escola desde a Educação Infantil até a EJA.
            E um desses tema foi a DIVERSIDADE. Esse assunto trabalhei com a turma de 5º ano.
            Dentro dessa temática abordamos questões relacionadas as diferenças, Bullying, preconceito, racismo e homofobia, por meio de brincadeiras, debates, pesquisas, filmes etc.
            Foi um trabalho bastante interessante pois engajou toda a escola e comunidade, surtindo resultados positivos.
            A aceitação e o respeito pelo outro do jeito que ele é, foi a maior conquista do 5º ano.

            É dever da escola trazer para o cotidiano escolar os temas ligados a Diversidades para que possamos contribuir na formação social de nossos alunos de modo que consigam viver em sociedade.


Modelos Epistemológicos

Sobre os modelos epistemológicos estudados em Psicologia, acredito que minha aula é uma mistura de Construtivismo e Empirismo.
POR QUE?
Sempre acreditei no potencial dos meus alunos, não dou as respostas prontas, faço-os pensar e construir seus conceitos, mas ao mesmo tempo acredito em um ambiente silencioso, tranquilo para aprender.
Não me identifico com o apriorismo, pois acredito que muita liberdade,infelizmente vira "bagunça".

domingo, 7 de janeiro de 2018

Mudanças x Desafios x Felicidade

O ano de 2017 foi um ano especialmente diferente... 
Uma mistura de alegrias, medos e desafios me acompanharam durante todo esse ano.
Tudo começou com a minha nomeação em Sapucaia do Sul, uma conquista que já era esperada a muito tempo... Aí vem a adaptação à nova escola, a saudade da antiga, gerando um misto de alegria e medo. Mas logo, as peças foram se encaixando e indo tudo para seu lugar...
Isso era o que eu pensava...
A emoção maior ainda estava por vir...
Em um lindo domingo de abril,  um teste de farmácia com o tão esperado positivo surgiu... A felicidade tomou conta da nossa família, pois, já eram quase 3 anos de espera. Alguns sustos, medos e dificuldades surgiram, mas felizmente nossa princesinha veio ao mundo dia 10 de dezembro, fechando o no com chave de ouro.
Porém, em meio a tantos acontecimentos, atrapalhações ocorreram e não consegui dar conta de tudo... As atividades da UFRGS acumularam e cá estou na correndo para concluir.
Agradeço a Deus pelas minhas inspirações de seguir em frente.



segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Falando sobre inclusão


Partindo da ideia que inclusão é fazer parte, fico me fazendo perguntas...
  • *    A inclusão de alunos com algum tipo de deficiência nas salas de aula de ensino regular existe mesmo?
  • *    Ou será apenas mais uma lei que é linda no papel, mas que na prática não se aplica de fato?
  • *    Será que esses alunos tem a oportunidade de desenvolver suas potencialidades dentro desse ambiente escolar?
  • *    Não seria mais uma inclusão social do que qualquer outra coisa?
  • *    Os professores estão aptos a receber esses alunos, como eles realmente deveriam ter direito?

Essas dúvidas me acompanham por muito tempo... é fatos que os alunos com deficiência (sim parece uma palavra pesada, mas é assim que devemos nos referir, segundo uma colega da inclusão que é especialista na área) estão em sua maioria incluídos socialmente nas salas de aula, mas o que tenho visto são professores preocupados e frustrados por não poder ajudar mais esses alunos devido a falta de preparo, a falta de estrutura, ao grande número de alunos por salas de aula, ao descaso de alguns pais e por aí vão mais uma série de “coisinhas” que precisariam de um olhar mais especial.
Eu acredito que todos nós, independente se temos deficiência ou não, temos alguma habilidade a ser desenvolvida... Será que esses alunos estão tendo essa oportunidade?? 

sábado, 2 de dezembro de 2017

Relato de Preconceito

       Falar sobre preconceito nem sempre é uma tarefa fácil, por se tratar de um assunto extremamente delicado...
     Vivenciar o preconceito é triste e revoltante... e eu SOFRI um ato de preconceito.
     Há alguns anos, meu marido, que na época era namorado, e eu fomos almoçar na casa de um primo dele. O almoço parecia transcorrer bem, em meio a conversas e risadas, até que o pai desse primo, resolveu começar a ofender os negros de um modo geral, e cada ofensa ele fazia questão em direcionar seu olhar em minha direção. 
     Na época, embora eu tivesse percebido e intenção dele em me ferir, mesmo sem nem me conhecer direito, fiquei triste e sem reação, minha única atitude foi em querer ir embora dali. Então com muita descrição, falei para meu esposo que queria ir embora, nos despedimos e fomos.
      No caminho, contei o que havia me incomodado e ele ficou sem palavras, ao mesmo tempo constrangido por eu ter passado por tal situação de preconceito.
     Desde então, procuro não frequentar lugares ou eventos em que esse senhor esteja, e se por acaso isso acontece mantenho a distância.

   Embora ele não mereça o meu respeito, nem qualquer tipo de consideração, penso que na idade em que se encontra seja difícil mudar seu pensamento preconceituoso. Mas tenho a plena certeza de que se essa situação acontecesse nos dias atuais não me faltariam argumentos em minha defesa e em respeito a todos os negros.



EIXO VI

Todo início de semestre provoca um misto
de emoções...
Ansiedade, alegria, medo, esperança, curiosidade, otimismo, coragem, perseverança, insegurança... e por aí vai.
Mas a cada dia que passa a certeza de uma conquista que está mais próxima e real... o sonho está prestes a se tornar realidade e por mais obstáculos e dificuldades que existam, a “luz no fim do túnel” já dá quase  para enxergar.

Persistir e não desistir é  são as metas para este e para os outros semestres que virão.

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