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domingo, 10 de julho de 2016

Jogo

CARTA NA TESTA




Objetivos:
·         Promover a integração dos alunos.
·         Desenvolver o raciocínio lógico.
Metodologia:
Número de jogadores: 3
Regras do jogo
·         Embaralhar as cartas e coloque-as sobre a mesa, com os números virados para baixo.
·         Em cada rodada, dois jogadores pegam uma carta cada um em seguida sem olhar para elas seguiram a carta na testa como mostra a ilustração.
·         O terceiro jogador soma as duas cartas que estão na testa dos colegas e diz o resultado.
·         O jogador que sabendo a soma das duas cartas e vendo a carta do parceiro, disse em primeiro lugar o valor da carta que está em sua própria testa, ganha a rodada e faz 5pomtos.
·         Na primeira tabela da página 76, marca-se a pontuação dos jogadores.
·         a cada duas rodadas, troca-se a posição dos jogadores do tiro: quem falava a soma passa a ser um dos jogadores que descobre o valor da carta na testa

Material: 3 grupos de cartas de 1 a 10


sábado, 25 de junho de 2016

Ludicidade na prática


        Ao longo do semestre, o jogo esteve bastante presente em minha sala de aula. 
        Estou trabalhando com turmas de Correção de Fluxo, e um diferencial dessas turmas é que todos o dias acontece a ACOLHIDA (uma brincadeira ou jogo no início da aula). A intenção é motivar os alunos para a aula. 
        Todos os dias iniciamos a aula com uma brincadeira ou jogo e eles adoram.
        Uma das brincadeiras que eles mais gostaram foi a do 'Vassourobol". 

                                                 
VASSOUROBOL
Material necessário
* 1 bola
* 2 vassouras
* 2 cadeiras

Estratégia: O grupo é dividido em duas equipes, e os jogadores são numerados individualmente. Cada equipe se posiciona na linha de fundo da extremidade do campo de jogo, um ao lado do outro, na ordem da numeração feita. Sobre cada linha de fundo é colocada uma cadeira, que servirá como gol ou meta, e sobre cada cadeira é colocada uma vassoura comum. Uma bola é colocada no centro do campo de jogo. O juiz chama os jogadores pelo número. A um sinal, estes pegam as vassouras e, utilizando-as como tacos, tentam empurrar a bola para dentro da meta adversária. A rodada termina após todos os jogadores terem sido chamados e os pontos são contados.

domingo, 12 de junho de 2016

Os estádios de desenvolvimento e a ludicidade

Período Sensório-motor (0 - 2 anos): 
         Desenvolvimento dos sentidos
         Executa movimentos com o corpo
         Objetos são para serem explorados
         Histórias
         Brinca pelo simples prazer de brincar, rolar, sons, bater, ações repetitivas.
Exemplos: O bebê pega o que está em sua mão; "mama" o que é posto em sua boca; "vê" o que está diante de si. Aprimorando esses esquemas, é capaz de ver um objeto, pegá-lo e levá-lo a boca.

                       

Período Pré-operatório (2- 7 anos):
         Movimentos físicos intencionais (amassar, encaixar, rasgar, montar e desmontar).
          Imitação
          Dança
          Histórias
          Brincar de esconder
          Brincadeiras simples realizadas com maior interesse
          Brinquedos socializados e regras não funcionam (egocentrismo)
         Corpo em movimento
         Rabiscar, pintar, amassar, modular.
         Dramatização
         Brinca em grupo (quer sempre ganhar e muda as regras para isso)
         Quebra-cabeças, jogos de montar, construir histórias.




Período Operatório concreto (7- 11):
         Cooperação com os semelhantes
         Práticas esportivas
         Jogos de construir que representam acontecimentos da vida real
         Brinquedos que ensinem a vivenciar as relações da vida real.




           Operatório Formal (a partir de 11 anos):
     A representação agora permite a abstração total. A criança não se limita mais a representação imediata nem somente às relações previamente existentes, mas é capaz de pensar em todas as relações possíveis logicamente buscando soluções a partir de hipóteses e não apenas pela observação da realidade.
Em outras palavras, as estruturas cognitivas da criança alcançam seu nível mais elevado de desenvolvimento e tornam-se aptas a aplicar o raciocínio lógico a todo as classes de problemas.

Exemplos: Se lhe pedem para analisar um provérbio como "de grão em grão, a galinha enche o papo", a criança trabalha com a lógica da ideia (metáfora) e não com a imagem de uma galinha comendo grãos.





domingo, 29 de maio de 2016

Jogos virtuais


Os jogos virtuais são jogos eletrônicos jogados via internet.
Estamos vivendo em um tempo em que as crianças estão preferindo os jogos do tipo eletrônicos,pois costumam ser mais atrativos que os jogos de tabuleiro, por exemplo. 
Como tudo na vida, o que é demais pode ser prejudicial, como por exemplo comer doces em excesso. Com esse tipo de jogos, acontece a mesma coisa, é preciso entender que eles podem ser bastante educativos para as as crianças sim e trazer benefícios, desde que dosado na medida certa, assim como os doces. É preciso também ter cuidado e supervisionar os sites que as crianças estão utilizando. Conhecer o site é de suma importância.
Existem alguns sites com jogos bastante interessantes e que além de distrair, ensinam, jogos estes que, desenvolvem raciocínio, estratégia, lógica, destreza, memória, entre outros.
Fiz uma listas com alguns sites legais... Alguns deles, meu filho de 5 anos utiliza e adora. 
Finalizo na certeza de que brincar, seja a brincadeira que for a criança estará em pleno aprendizado.

SITES DE JOGOS VIRTUAIS INFANTIS
http://www.duendes.com.br


domingo, 17 de abril de 2016

Para quê brincar???

Em meio ao turbilhão de conteúdos que precisamos dar conta ao longo do ano letivo, fica a pergunta “para que brincar? ”.
O brincar muitas vezes fica esquecido, fica enfraquecida pela ideia fixa de que “brincar é perder tempo”, o que na verdade é uma visão totalmente errônea.
Brincar é muito importante, brincar é essencial. Toda criança precisa e deve brincar. Brincando a criança se distrai, se diverte e aprende. Através da brincadeira ela é capaz de viajar no mundo da fantasia, bem como, transpor sua vida real.
O brincar é uma importante forma de expressão que a criança possui para se comunicar, reconhecer e reproduzir seu cotidiano, além de proporcionar o conhecimento de si mesmo e do outro, através da interação social.
Motivada pela aula das Professoras Tânia e Darli juntamente com a Tutora Gi, resolvi parar para brincar e observar meus alunos da turma do Acelera Brasil, essa semana. Por se tratar de uma turma de alunos entre 9 e 15 fiquei bastante surpresa, poi, eles amaram e não queriam mais parar de brincar. Brincamos da brincadeira “Inquilino”, a qual, foi desenvolvida em aula.

BRINCADEIRA: CASA, INQUILINO E TERREMOTO
Desenvolvimento: formar trios, mais 1 ou 2 pessoas que devem ficar de fora dos trios; A voz de comando pede que sejam formados trios, sendo que em cada trio ficam duas pessoas uma de frente para outra de mãos dadas e uma terceira pessoa no meio das duas. Após formados todos os trios, terá que sobrar uma ou duas pessoas. A voz de comando, vai descrevendo os papéis de cada um. Aqueles que estão no trio, no meio das duas pessoas serão os INQUILINOS, os que estão de mãos dadas serão as CASAS e aquele que sobrou deverá, após o comando, fazer parte de uma CASA ou ser um INQUILINO.

1º) Quando o comandante falar INQUILINO, os INQUILINOS de cada trio deverão sair de suas CASAS e procurar outra CASA, aquele que estava de fora vai aproveitar para procurar uma nova CASA.

2º) Quando o comandante falar CASA, as CASAS deverão deixar seus INQUILINOS e procurar outro INQUILINO, mas só pode sobrar uma pessoa, se sobrar duas pessoas os integrantes da CASA poderão virar um MORADOR.
3º) Quando o animador falar TERREMOTO aí vai ser uma bagunça geral, tanto os INQUILINOS, quanto as CASAS deverão se desmanchar por completo e formar novas CASAS e novos INQUILINOS.