sexta-feira, 10 de julho de 2015

Workshop

Grande dia...


Dever cumprido!!! Feliz!!!


Minha Apresentação:


Escola, Cultura e Sociedade


Na Interdisciplina Escola, Cultura e Sociedade um fato que me chamou a atenção já no primeiro encontro e me fez mudar a postura em sala de aula foi com relação ao estudo das etnias. Por que trabalhar o Dia do Índio ou a Consciência Negra apenas na data em que consta no calendário? Esse estudo pode e deve estar presente sempre em nossas aulas. E isto eu já coloque em prática iniciando por meio de alguns trabalhos, tais como: hora do conto através do livro Menina bonita do laço de fita, com os alunos do 2º ano e com os do 5º ano com pesquisas de nomes indígenas onde constatamos inclusive que alguns alunos trazem no nome essa influência, também pesquisamos a influência cultural dos negros nos dias atuais. Um trabalho rico e prazeroso que vem sido desenvolvido com meus alunos tanto do 2º como com os do 5º ano, que vai se estender durante todo ao ano. Trabalhei também as diferenças com os alunos do 2º ano através do livro Charlie na escola de dragões: “Charles na escola de dragões - Inspirado no poema "O albatroz", do francês Charles Baudelaire, a obra mostra a história de Charles, um pequeno dragão que acaba de ingressar na escola e que foge aos padrões de seus colegas de classe que lhe provocam o tempo todo. Charles é franzino, tem asas e pés enormes, não consegue voar e não cospe fogo em seu caderno, como manda a professora. Mas, em um dado momento, ele se liberta”.


sábado, 4 de julho de 2015

Como estudar: ensine seu cérebro a se concentrar





Técnica do Intervalo

Se está difícil de se concentrar, forçar a barra para passar horas e horas diante dos livros não ajuda em nada. Se a ideia é começar a treinar seu cérebro para tirar o melhor proveito das suas horas de estudo, vale começar aos poucos.
A Técnica Pomodoro, inventada em 1980 por Francesco Cirillo, é um método de gerenciamento do tempo. A ideia é simples: usar um timer para marcar pequenos períodos de produtividade. Você pode usar um daqueles timers de cozinha, qualquer relógio ou mesmo o seu celular. O método recomenda 25 minutos de concentração, mas você pode chegar lá aos poucos.
Antes de iniciar sua tarefa, lista de exercícios ou leitura, programe o alarme para um tempo curto, digamos, 10 minutos. Ao fim desse intervalo, faça uma pausa de dois minutos. Repita até completar quatro ciclos e faça uma pausa maior. Vá aumentando o tempo de concentração aos poucos, de cinco em cinco minutos, até alcançar o período ideal para você.


Só mais cinco…

Não, não são aqueles “só mais cinco minutinhos” quando o despertador toca de manhã cedo. É uma técnica para resistir à vontade de largar tudo que bate diante de uma tarefa extensa ou aborrecida demais. É uma boa maneira de lidar com o desânimo que dá, por exemplo, quando aqueles 20 exercícios de Química parecem uma barreira intransponível, ou quando o livro não está nem na metade e você já pensa em desistir.
O objetivo aqui, em vez de largar tudo e sair correndo, é dizer a si mesmo que você vai fazer só mais cinco coisas antes de desistir. Podem ser mais cinco exercícios, cinco questões daquela prova do vestibular anterior, cinco páginas do texto, cinco parágrafos do livro obrigatório, ou mesmo cinco linhas! Quando acabar, do mesmo jeito que você aperta o botão do despertador pra dormir mais cinco minutinhos, fale pra si mesmo: “só mais cinco”.
Ao quebrar a tarefa “de cinco em cinco”, você vai aguentá-la por mais tempo e, quem sabe, até cumprir o objetivo sem muito sofrimento.


Meditação Instantânea

Às vezes, o que atrapalha é a ansiedade ("Tem muita matéria pra estudar, não vou dar conta!"), ou um problema qualquer que não tem nada a ver com o estudo. Nesses momentos, é importante deixar a mente livre de preocupações para que o tempo de estudo que você separou seja o mais produtivo possível. 
Esta técnica de meditação pode ser aplicada em qualquer hora, em qualquer lugar. Vale para quando você precisa se concentrar nos estudos, mas também ajuda a baixar a ansiedade hora da prova. 
O passo-a-passo é muito simples, está explicado num vídeo de mais ou menos cinco minutos e está em inglês, mas tem legendas em português.


Leia a matéria completa em: http://www.mundovestibular.com.br/articles/14759/1/Como-estudar-ensine-seu-cerebro-a-se-concentrar/Paacutegina1.html

domingo, 21 de junho de 2015

Uma corrida contra o tempo...

Hoje resolvi escrever um desabafo...



Bem, entrar na UFRGS foi o início de um sonho a ser realizado, mas a minha permanência está virando um pesadelo.
Estou muito triste por não estar conseguindo acompanhar os trabalhos solicitados, por um momento achei que conseguiria, mas agora imagino que será impossível concluir esse montante de tarefas. Parece que estou correndo parada, pois não saio do lugar... Cada vez fim do túnel fica mais distante.
Eu exijo muito de mim e sei que se por acaso eu não for aprovada nesse semestre, acabarei desistindo. Eu não gosto de fazer as coisas de qualquer jeito, tudo correndo, coisas que muitas vezes não estão fazendo sentido algum porque não estou entendendo. Isso está acabando comigo.
Gostaria muito de fazer tudo em dia, com muita dedicação, mas infelizmente a vida que tenho não me permite, o tempo é curto para tantas tarefas. Se eu pudesse reduziria minha jornada de trabalho para me dedicar mais ao PEAD, mas não posso.
Estou numa corrida contra o tempo para tentar finalizar as tarefas até dia 29, mas sinto que por mais que eu as conclua não ficarão com a qualidade devida.

Hoje me sinto desmotivada e entristecida, com medo de mais uma vez não poder seguir no caminho da realização do meu sonho.

domingo, 31 de maio de 2015

O que é corporeidade?


Corporeidade ou Mente corpórea é um termo da filosofia para designar a maneira pela qual o cérebro reconhece e utiliza o corpo como instrumento relacional com o mundo. Corporeidade é supostamente animada pela alma humana que lhe daria transcendência pelo nosso corpo.




Leia:

O conceito de corporeidade


Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Corporeidade

Preconceito e Racismo

É lamentável, que em pleno século XXI, as marcas da escravidão ainda estejam tão presentes, seja através de preconceito racial, seja social. Pessoas diariamente sofrem com o racismo.
Algumas pessoas ainda acreditam que seu poder aquisitivo as fazem melhor que outras menos favorecidas. Acho isso triste.
Não é a classe, a cor da pele que define o que cada um de nós somos. O que nos torna dignos é o carácter, o discernimento de aceitar que as diferenças são imprescindíveis para que possamos aprender uns com os outros.
Precisamos aceitar e respeitar o outro seja ele como for: negro, índio, branco, alto, baixo, gordo, magro...
Todos merecemos ser respeitados!!!




Definição

Preconceito 

pre.con.cei.to 

sm (pre+conceito) 1 Conceito ou opinião formados antes de ter os conhecimentos adequados. 2 Opinião ou sentimento desfavorável, concebido antecipadamente ou independente de experiência ou razão. 3 Superstição que obriga a certos atos ou impede que eles se pratiquem. Sociol Atitude emocionalmente condicionada, baseada em crença, opinião ou generalização, determinando simpatia ou antipatia para com indivíduos ou grupos. P. de classe: atitudes discriminatórias incondicionadas contra pessoas de outra classe social. P. racial: manifestação hostil ou desprezo contra indivíduos ou povos de outras raças. P. religioso: intolerância manifesta contra indivíduos ou grupos que seguem outras religiões.

Racismo 

ra.cis.mo 

sm (raça+ismo) 1 Teoria que afirma a superioridade de certas raças humanas sobre as demais. 2 Caracteres físicos, morais e intelectuais que distinguem determinada raça. 3 Ação ou qualidade de indivíduo racista. 4 Apego à raça.

http://michaelis.uol.com.br/



Assistam esse vídeo!! Vale a pena!


domingo, 17 de maio de 2015

Ensino Globalizado

Os métodos globalizados têm como enfoque o aluno como protagonista do seu saber. O objetivo é fazer com que o educando aprenda a aprender.
Para que isso ocorra é fundamental levar em conta seus interesses.

Imagem extraída da web: http://image.slidesharecdn.com/1-zabala-prticaeducativaprof-iara-110224183431-phpapp02/95/1-zabala-prtica-educativa-prof-iara-17-728.jpg?cb=1298572810


Na minha escola não existe um método padrão. Existe ainda um pouco do método tradicional que aos poucos está mudando para aulas mais dinâmicas e motivadoras.


Procuro sempre trabalhar com meus alunos levando em conta os seus interesses e o que já sabem, mostrando que todos podemos aprender com o que o outro tem para dizer/ensinar.
Meus alunos da turma da manhã (5º ano) estão em uma em que adoram a internet e suas tecnologias. Começaram a falar muitas vezes no Tim Maia. Então, um dia parei tudo o que estávamos fazendo e perguntei: “Vocês sabem quem foi Tim Maia?”. Houveram diversas respostas, inclusive alguns dizendo que “não”. Então lancei o desafio: “Façam uma pesquisa sobre Tim Maia. Não disse como, nem onde, nem para quando, deixei livre. Foi muito legal, porque cada um fez à sua maneira: uns simplesmente perguntaram para os pais, outros fizeram cartazes, outros trabalhos escritos, fotos, trouxeram disco de vinil, dvd, etc. A partir daí conversamos sobre questões da nossa cultura, drogas, alimentação saudável e obesidade, também conceituamos o que é pesquisar. Desde então tenho trabalhado bastante com eles a base de pesquisas e tem surtido em bons resultados.
Já com a turminha da tarde (2º ano), onde grande parte dos alunos vieram sem estarem alfabetizados, tenho trabalhado com sequencias didáticas. Eles adoram ouvir histórias. Na última quinta-feira fizemos a escadinha da leitura e eles estão empolgadíssimos para chegar na última escada. É importante que o aluno consiga perceber seus avanços ao longo de sua caminhada.
A atuação do educando na construção da sua aprendizagem faz com que o trabalho se torne mais prazeroso e satisfatório para o professor e para ele próprio.