domingo, 17 de fevereiro de 2019

https://josianafelix.blogspot.com/2016/09/tenho-medo-de-escrever.html

Tenho medo de escrever


"Tenho medo de escrever. É tão perigoso. Quem tentou, sabe. Perigo de mexer no que está oculto — e o mundo não está à tona, está oculto em suas raízes submersas em profundidades do mar. Para escrever tenho que me colocar no vazio. Neste vazio é que existo intuitivamente. Mas é um vazio terrivelmente perigoso: dele arranco sangue. Sou um escritor que tem medo da cilada das palavras: as palavras que digo escondem outras — quais? talvez as diga. Escrever é uma pedra lançada no poço fundo". 
Clarice Lispector, in 'Um Sopro de Vida"

De fato, sou umas das pessoas que tem medo de escrever... 
Difícil saber usar as palavras certas, da forma certa,  de modo que seja compreendida com a mesma intenção em que foi escrita.
As vezes quero expressar algo e a pessoa que lê entende de uma forma diferente da que pensei. Escrever requer atenção e saber usar as palavras.
Uma boa forma de aprender a escrever, é ler... Aí vem aquela ideia: "puxa, mas essa pessoa escreveu exatamente o que eu queria dizer". Daí vem outra história: o plágio.
Plagiar é apresentar como da própria autoria (obra artística, científica etc. que pertence a outrem).
É preciso ter cuidado na hora de escrever e aprender a colocar suas ideias sem copiar as dos outros e colocar as devidas referências, aqueles cujas as ideias, nos servem naquele momento. 
Ler serve para inspirar, mas as vezes é preciso copiar a ideia de certo autor na integra ou "com suas próprias palavras", para tal, devemos nos utilizar das citações que podem ser diretas ou indiretas.

A partir dessa reflexão aprendi a me expressar melhor na escrita, inclusive arrisquei uma escrita poética em meu relatório de TCC...
No poema exponho meus sentimentos com relação aos meus sentimentos com relação a minha vida atualmente... Confesso que senti orgulho dessa autoria!!!



quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

https://josianafelix.blogspot.com/2016/07/narrativa.html


Cinderela do século XXI

                                
Na cidade de Porto Alegre mora uma menina chamada Cinderela. Cinderela é uma menina linda que ficou órfã de mãe ao nascer. O pai dela, o senhor Walter sempre a cuidou com muito carinho e amor. Ele tinha uma preocupação em arrumar uma “mãe” para sua filha. Quando ela tinha 2 anos ele resolveu morar junto com Filomena que tinha duas filhas gêmeas da mesma idade. Filomena parecia ser uma pessoa boa, mas com o passar do tempo, começou a mostrar-se invejosa e malvada. Cinderela era linda e sem nenhum esforço. Já suas filhas eram bem feinhas, Um dia a madrasta de Cinderela e seu pai viajaram para a Gramado e na volta infelizmente sofreram um acidente. Walter morreu e Filomena ficou com uma enorme cicatriz no rosto. Desde esse dia ela pegou mais implicância ainda com a enteada. A moça passou a ser explorada por ela e suas filhas. No ano seguinte as três meninas foram para o ensino médio e lá conheceram Eduardo, que era filho do Diretor. Eduardo era lindo e muito popular. Em setembro, sempre acontecia a festa da primavera e era de praxe que a Rainha dançasse com Eduardo. Ele fazia questão, para manter a popularidade, mas era um bom guri, justo e educado. As meninas ficaram entusiasmadas para o baile, mas a pobre da Cinderela já sabia que não poderia ir, pois não tinha nenhuma roupa para festas. Dito e feito, Filomena comprou vestidos lindíssimos para as filhas e disse que se Cinderela limpasse a casa direitinho poderia usar um de seus vestidos velhos. Por sorte, Cinderela tinha uma vizinha que era como uma fada madrinha para ela. Era uma senhora humilde, mas de um coração gigante, que assim que soube tratou de reformar um vestido seu antigo, sem que Cinderela soubesse. No dia do baile, Cinderela foi passar o vestido velho que havia arrumado para ir ao baile e o encontrou todo manchado. A mocinha começou a chorar e correu até a casa de dona Maria sua vizinha. Ao chegar lá encontrou a senhora, finalizando sua surpresa, um vestido lindo e finalmente poderia ir ao baile. Cinderela começou a se arrumar, dona Maria fez uma maquiagem linda nela, mas advertiu: - Essa maquiagem tem duração de seis horas, então meia noite você precisa ir embora ou irá ficar toda borrada. Cinderela compreendeu e em seguida chegou seu Uber para leva-la até a festa. Chegando lá, todos ficaram admirados com sua beleza, principalmente Eduardo que dançou com ela a noite todo mesmo antes de ter ganho o prêmio de Rainha da Primavera. Meia noite tocou o despertador de seu celular e Cinderela deve que partir. Eduardo nem se quer conseguiu terminar de anotar o número de seu WhatsApp. As filhas da madrasta trataram logo de contar que Cinderela foi ao baile e só ela quis dançar com Eduardo. A madrasta indignada, transferiu-a para um colégio interno bem longe. Eduardo procurou-a no Facebook, Instagram, grupos de WhatsApp e nada. Somente após completar o Ensino Médio é que pode sair do colégio interno. Para sua felicidade, conseguiu passar no vestibular da UFRGS e no dia da matrícula por força do destino, esbarrou-se com Eduardo. Foi amor à segunda vista. Desde então eles estão namorando. Já marcaram a data do noivado e planejam casamento. Quanto a madrasta, Cinderela ganhou causa na justiça, conseguiu provar maus-tratos e a megera vai prestar serviços comunitários nos próximos dez anos.

Análise da escrita:


Revisitando as postagens de eixos anteriores, encontrei essa que foi uma proposta de escrita a partir de outra. Ao reler, pude perceber que esse era uma espécie de “treino” para a escrita autoral.Durante toda a caminhada do curso, houveram propostas pertinentes que pudessem vir a auxiliar na esperada mas intimidadora escrita do TCC.Essa foi penas uma “historinha” criada a partir de uma versão tradicional, que ao ler novamente, foi possível refletir sobre a importância de uma escrita autoral e como buscar      subsídios em outros autores, sem “copiar”, mas sim sustentar e referenciar devidamente.                       


https://josianafelix.blogspot.com/search?q=2014

Memórias

Bem, meu nome é Josiana, mas confesso que não gosto do meu nome. Prefiro ser chamada de Josi, Josi eu gosto. Não gosto de Josiana porque ninguém tem esse nome, quase todas as “Josi’s” chamam-se Josiane e o fato de muitas pessoas escreverem meu nome errado também me incomoda bastante. Pois bem, tenho 29 anos, sou casada e tenho um filho maravilhoso chamado João Vitor, ele tem 4 anos.
Lembro-me que desde muito cedo já dizia que queria ser professora. Minha mãe sempre me falava que esse era seu desejo, mas que infelizmente a vida dela por ter perdido sua mãe aos 12 anos, havia seguido rumos diferentes. Acredito ter sido essa minha motivação de ser professora.
Mamãe sempre esteve muito presente na escola, conhecia e era conhecida por todos, professores, funcionários e colegas. Minhas colegas adoravam ir lá pra casa fazer os trabalhos, a mãe fazia bolos deliciosos, que até hoje são lembrados.

A mãe me levava e me buscava na escola até a 8ª série. Parece exagero né? Pois não foi, era maravilhoso, até teve um tempo em que eu reclamava mas foi passageiro. 
Minhas professoras eram verdadeiras modelos para mim, eu sempre sentava perto e era muito querida por elas. Mas algumas tentaram me convencer que esse não era o melhor caminho, devido a desvalorização da classe, que infelizmente hoje eu sei que existe, porém, não me arrependo.
Sempre fui muito dedicadas aos estudos, nunca foi preciso ser chamada a minha atenção para fazer um tema se quer. As minhas notas eram muito boas, modéstia parte.
         Estudei do Jardim até a 8ª série na Escola Estadual Elpídio Ferreira Paes. Esse tempo me remete a muitas lembranças boas. Até hoje tenho um grupo de ex-colegas, o qual nos encontramos de vez em quando para jogar conversa fora.

No final da 8ª série prestei prova no Instituto de Educação para o curso de Magistério, e fui aprovada. Senti por deixar aquela escola tão querida e os amigos que fiz ali, mas o desejo de ir em busca do meu sonho era maior. Cursei o Magistério durante 4 anos e meio. Houveram momentos felizes mas também frustrantes, foi lá que tirei minha primeira nota “vermelha”. Foi horrível, fiquei uma noite inteira chorando e tendo pesadelos que seria reprovada. Tirei essa nota baixa porque eu não entendia as explicações dessa professora. Obtive um bom progresso de um trimestre para outro, de 3,10 fui para 8,10, mas no último trimestre acabei tendo que fazer o provão. Graças a Deus, aprovei. O restante do curso fluiu tranquilo, com grandes esforços mas não tive mais notas baixas. 

Quando eu estava no 3º ano e tinha 17 anos, comecei a trabalhar na Escola de Educação Infantil Fazendo e Acontecendo. Meus primeiros dias foram engraçados, eu não sabia o que fazer com aquelas crianças, eles bagunçaram toda a sala e eu ali desesperada sem saber o que fazer. Aos poucos fui pegando o jeito. Atuei como auxiliar, depois como Professora nas turmas de Pré- maternal (1-2 anos), Maternal I (2-3 ano) e no Jardim A e B (5-6). Foi uma experiência muito bacana. O momento mais marcante foi quando fui convidada para ser paraninfa de uma turma de Jardim B, aquela turma foi me xodó, eu tinha 18 anos, meu primeiro ano na escola. Hoje esses anjinhos tem 17 anos e muitos fazem parte do meu facebook. Nós inauguramos o acantonamento na escola (dia de dormir na escola) e essa tradição segue desde então.

A escola a qual fiz todo o ensino fundamental era tão querida por mim que acabei retornando a ela para fazer o meu estágio obrigatório que por sua  vez, foi realizado de forma satisfatória.
E em agosto de 2005 me formei no Magistério. Foi um momento de realização. 


Em 2004 conheci meu marido, 2006 noivamos, 2008 casamos e em 2010 nasceu nosso filho. Foi o dia mais feliz da minha vida!


Em 2011 saí da escola privada e dois meses depois comecei  a trabalhar na EEEF Brigadeiro Silva Paes, a qual estou até hoje. Comecei com turmas de 3º ano e hoje tenho duas turmas uma de 2º e outra de 5º ano. Confesso que tenho muito do ensino tradicional arraigado em mim, mas que aos poucos está sendo renovado. Um fato interessante, é que hoje sou colega de uma ex- professora.

Fiz algumas tentativas de Graduação, UniRitter, Ulbra, Iergs... Cheguei ao 6º semestre na Ulbra, mas tive motivos que me impediram de continuar.

Então, em 2014 no último dia de inscrição para o vestibular PEAD2, uma amiga me manda um WhatsApp: “Josi, corre... último dia de inscrição para Pedagogia Ead UFRGS”... Meu Deus!!! Foi uma correria, mas meu marido conseguiu me inscrever. Chegou o dia da prova e fui com pouca esperança de aprovação, pois não havia tido tempo suficiente de estudar. Para minha surpresa passei e na 1ª chamada. Que alegria! Início da relização de um sonho e aqui estou em um mix de sentimentos: felicidade, medo insegurança, esperança... rumando a 2018.



O retrospecto histórico profissional é importante não apenas para mostrar minha trajetória de Trabalho, mas também para apontar a minha preocupação com a melhoria de minha capacitação para o trabalho.
Por isso, busquei na UFRGS, o Curso de Pedagogia a Distância para melhorar o modo como trabalho e dar maior efetividade as atividades desenvolvidas em sala de aula.

sábado, 26 de janeiro de 2019

Estágio obrigatório


(...) entendemos que o ensino de leitura deve ir além do ato monótono que é aplicado em muitas escolas, de forma mecânica e muitas vezes descontextualizado, mas um processo que deve contribuir para a formação de pessoas críticas e conscientes, capazes de interpretar a realidade, bem como participar ativamente da sociedade. (OLIVEIRA E QUEIROZ, 2009, p.2)
            No decorrer do período de observação ficou evidente que a turma do 3º ano possuía ainda muitas lacunas no processo de alfabetização e pensando na importância do ato de ler, numa perspectiva de Paulo Freire, que afirma que ler vai além de decodificar códigos, onde ler e interpretar, é mais do que apenas identificar as letras, sílabas e palavras em uma frase, mas sim buscar significado, deu-se a escolha da temática do Projeto trabalhado com a turma durante as nove semanas do estágio obrigatório.
Desde que nascemos, vamos aprendendo a ler o mundo em que vivemos. Lemos no céu as nuvens que anunciam chuva, lemos na casca das frutas se elas estão verdes ou maduras, lemos no sinal de trânsito se podemos ou não atravessar a rua. E, quando aprendemos a ler livros, a leitura das letras no papel é uma outra forma de leitura, do mesmo mundo que já líamos, antes ainda de sermos alfabetizados (FREIRE, 2003, p.5-6).
            Sendo assim, é preciso preocupar-se com a leitura e escrita, afinal, a escrita é como nos expressamos, carrega arte, sentimento, lembrança, registros, conhecimento, memória, autonomia, liberdade. A leitura e a escrita são os pilares do conhecimento, tornando- se indispensáveis para uma educação crítica e cidadã, além de ser um meio de comunicação imprescindível para todo convívio social.
            Sobre o conceito de leitura:
Leitura é a ação de ler algo. É o hábito de ler. A palavra deriva do Latim "lectura", originalmente com o significado de "eleição, escolha, leitura". Também se designa por leitura a obra ou o texto que se lê.
A leitura é a forma como se interpreta um conjunto de informações (presentes em um livro, uma notícia de jornal, etc.) ou um determinado acontecimento. É uma interpretação pessoal. O hábito de leitura é uma prática extremamente importante para desenvolver o raciocínio, o senso crítico e a capacidade de interpretação. O prazer da leitura deve ser despertado logo na infância. Ler faz parte da formação cultural de cada indivíduo. A leitura estimula a imaginação, proporciona a descoberta de diferentes hábitos e culturas, amplia o conhecimento e enriquece o vocabulário. (https://www.significados.com.br/leitura/)
            Durante o estágio foram apresentados aos alunos diferentes tipos de textos e realizadas muitas horas do conto, leituras deleite, leituras livres, idas a sala de leitura para retirada de livros, leitura oral, leitura silenciosa, leitura coletiva.
            A leitura e a escrita, mantiveram-se conectadas e uma das atividades que auxiliou bastante foi o ditado, realizado diariamente ao início de cada aula, além das diversas produções escritas propostas.
A criança constrói hipóteses, resolve problemas e elabora conceituações sobre o escrito [...]. As hipóteses que as crianças desenvolvem constituem respostas a verdadeiros problemas conceituais, semelhantes aos que os seres humanos se colocaram ao longo da história da escrita [...]. O desenvolvimento de hipóteses ocorre por reconstruções (em outro nível) de conhecimentos anteriores, dando lugar a novas construções (assim acontece, por exemplo, com o conhecimento sobre as palavras, as expressões da linguagem, a forma e o significado do signo) (TEBEROSKY; COLOMER, 2003. p. 45).
            Os laços afetivos e a solidariedade também estiveram presentes ao longo de todo processo. Eles melhoraram a capacidade de aceitar o outro como ele é e aprenderam que ajudar é mais importante que julgar. As brincadeiras, os diálogos descontraídos, as confraternizações aconteceram de forma bastante positiva no quesito socialização.
            Os alunos, embora bastante agitados e lentos, mostraram-se motivados e participativos do início ao fim e os resultados positivos foram bastante significativos. Posso dizer, que cada um na sua individualidade teve algum progresso em seu processo de aprendizagem, pois como disse Freire: “Ninguém ignora tudo. Ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa. Todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre”.
            Para que haja comunicação, a escrita e a leitura são imprescindíveis, pois
“...à concepção de língua como representação do pensamento corresponde à de sujeito psicológico, individual, dono de sua vontade e de suas ações. Trata-se de um sujeito visto como um ego que constrói uma representação mental e deseja que ela seja “captada pelo interlocutor da maneira como foi mentalizada”. (KOCH, 2002. p. 9)




Referências

FREIRE, Paulo. Da leitura do mundo à leitura da palavra. Leitura: teoria e prática. Porto Alegre: Mercado Aberto, Nov. 1982.
KOCH, I.V, & ELIAS, V.M. Ler e escrever - Estratégia de Produção Textual. São Paulo: Contexto, 2009.
 OLIVEIRA, Cláudio Henrique. QUEIROZ, Cristina Maria de. Leitura em sala de aula: a formação de leitores proficientes. RN, 2009. Disponível em: <https://www.webartigos.com/artigos/leitura-em-sala-de-aula-a-formacao-de-leitores-proficientes/18067>. Acesso em 3 de janeiro de 2019.
TEBEROSKY, A.; COLOMER, T. Aprender a ler e a escrever: uma proposta construtivista. Porto Alegre: Artmed, 2003.

A escola que queremos...

Uma escola em outro planeta

Essa atividade me fez pensar na escola ideal, mas que ao mesmo tempo que dá uma alegria enorme em pensar como seria, vem o pensamento de que é um sonho praticamente impossível, pois infelizmente a educação encontra-se em um momento bastante triste.

Nas palavras de Paulo Freire 



Você, eu, um sem-número de educadores sabemos todos que a educação não é a chave das transformações do mundo, mas sabemos também que as mudanças do mundo são um quefazer educativo em si mesmas. Sabemos que a educação não pode tudo, mas pode alguma coisa. Sua força reside exatamente na sua fraqueza. Cabe a nós pôr sua força a serviço de nossos sonhos. (1991, p. 126)




Plano de aula: Arte

Ano: 1º
Áreas do Conhecimento: Movimento e Música, Ensino Religioso e Artes
Temática: Sentimentos, emoções e expressões
Objetivo: Compreender o que são sentimentos, emoções e expressões.
Desenvolvimento das atividades:
  1. ENSINO RELIGIOSO - Roda de conversa: “Sentimentos, emoções e expressões”
ü  Conversar sobre como nos sentimos quando estamos felizes, tristes, assustados... e como ficam nossas expressões faciais;
ü  Brincar de adivinhar a expressão: os alunos que quiserem (um por vez) farão uma expressão com seu rosto e os demais terão que adivinhar.

  1. ARTE Folha de atividade: “Expressões” – cada um escolhe uma das expressões para mostrar como se sente.

  1.  MOVIMENTO E MÚSICA - Cantar e dançar a música: “Se você está contente” – cantar e dançar

Se você está contente bata palmas
Se você está contente bata palmas
Se você está contente, quer mostrar
Pra toda gente
Se você está contente bata palmas

Se você está contente bata o pé
Se você está contente bata o pé
Se você está contente, quer mostrar
Pra toda gente
Se você está contente bata o pé

Se você está contente dê risada
Há há há
Se você está contente dê risada
Há há há
Se você está contente, quer mostrar
Pra toda gente
Se você está contente dê risada

Se você está contente grite viva
Viva!
Se você está contente grite viva
Viva!
Se você está contente, quer mostrar
Pra toda gente
Se você está contente grite viva
Viva!

Agora eu quero ver você
Cantando só fazendo gesto
Em silêncio

Se você está contente dê risada
Há há há
Se você está contente dê risada
Há há há
Se você está contente, quer mostrar
Pra toda gente
Se você está contente dê risada
Há há há

Se você está contente grite viva
Viva!
Se você está contente grite viva
Viva!
Se você está contente, quer mostrar
Pra toda gente
Se você está contente grite viva
Viva!

Avaliação: Avaliação contínua, baseada na participação dos alunos.


O QUE DIZ A BNCC SOBRE O COMPONENTE CURRICULAR ARTE NO EF?

ARTE NO ENSINO FUNDAMENTAL – ANOS INICIAIS: UNIDADES TEMÁTICAS, OBJETOS DE CONHECIMENTO E HABILIDADES 
Ao ingressar no Ensino Fundamental – Anos Iniciais, os alunos vivenciam a transição de uma orientação curricular estruturada por campos de experiências da Educação Infantil, em que as interações, os jogos e as brincadeiras norteiam o processo de aprendizagem e desenvolvimento, para uma organização curricular estruturada por áreas de conhecimento e componentes curriculares. Nessa nova etapa da Educação Básica, o ensino de Arte deve assegurar aos alunos a possibilidade de se expressar criativamente em seu fazer investigativo, por meio da ludicidade, propiciando uma experiência de continuidade em relação à Educação Infantil. Dessa maneira, é importante que, nas quatro linguagens da Arte – integradas pelas seis dimensões do conhecimento artístico –, as experiências e vivências artísticas estejam centradas nos interesses das crianças e nas culturas infantis. Tendo em vista o compromisso de assegurar aos alunos o desenvolvimento das competências relacionadas à alfabetização e ao letramento, o componente Arte, ao possibilitar o acesso à leitura, à criação e à produção nas diversas linguagens artísticas, contribui para o desenvolvimento de habilidades relacionadas tanto à linguagem verbal quanto às linguagens não verbais.

Fonte: BNCC, p. 97, disponível em <http://basenacionalcomum.mec.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/bncc-20dez-site.pdf>