domingo, 20 de novembro de 2016

Bruxas Existem???

Entrevistando uma bruxa




1.    Defina a palavra BRUXA.
Bruxa, mulher que sabe fazer escolhas sociais, políticas, emocionais...
Mulheres independentes que buscam e sabem o que querem.

2    2.    De onde vem o poder das bruxas?
O poder das bruxas vem dos seus conhecimentos de ervas medicinais desde a idade média. Eram as parteiras, enfermeiras, benzedeiras onde curavam doenças, pestes e epidemias.

3    3.    Existe alguma relação entre bruxas e a lua cheia?
As ditas bruxas se utilizavam da energia da lua cheia para fazerem curas.

4    4.    Com quais elementos as bruxas trabalham?
Ervas medicinais (chás, banhos...
Eram as médicas sem título na época.

5     5.    Qual a relação das bruxas com a questão do feminismo?
A igreja católica junto com o estado, efetivaram à caça às bruxas, criando tribunais de inquisição. Muitas mulheres morreram queimadas na fogueira com a finalidade de punir as mulheres que ousavam utilizar seus conhecimentos médicos, políticos ou religiosos. Só o homem podia exercer este poder, havendo por muitos anos mortes de pessoas do sexo feminino.

6      6.  Segundo suas crenças, tu nasceste bruxa ou te descobriste bruxa?
Nasci bruxa e fui aprendendo com a vida a ser bruxa, aprendendo a buscar conhecimentos p autoconhecimento, aperfeiçoar minha profissão, saber com autonomia a fazer escolhas nesta vida e me comprometer com meus atos.
Educação e tipo de sociedade de cada época.

7       7.    O que difere as bruxas das outras mulheres no cotidiano?
As bruxas eram a única possibilidade de cura p as mulheres do campo principalmente e mulheres pobres.

    8.    Existe algum símbolo especial que represente as bruxas?
O símbolo mais precioso delas é o conhecimento que elas possuem sobre ervas medicinais.

Trabalhando com receitas

Ao longo desse ano, trabalhei com diversas receitas com os alunos de SE LIGA (alfabetização).
O objetivo era pra além de trabalhar com medidas, fazer com que eles entendessem que todo o processo para que a receita de fato desse certo (ingredientes e modo de preparo).
Fizemos bolo de laranja, bolo de aipim, mousse de morango experiência de comparação entre litro e quilo (quantas xícaras de enchemos com 1 litro de água e quantas xícaras enchemos com 1 quilo de farinha) e a última que fizemos foi massinha de modelar, a qual eles adoraram fazer.



                        



sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Halloween


Embora não seja uma tradição brasileira, lá na escola que trabalho desde o ano passado viemos trabalhando com esse tema.
A escola inteira se envolve no tema. Os alunos de área ficam com a parte mais complexa como origem, termos em inglês, etc). Já os anos iniciais, trabalham com horas do conto, os medos de cada um, trabalhos artísticos, folclore e tudo culmina com uma festa de Halloween. 
Alunos e professores e envolvem muito e adoram.
Muitas pessoas criticam essa data, mas nós fazemos diferente e dá muito certo. Os alunos aprendem e ao mesmo tempo se divertem.


sábado, 1 de outubro de 2016

Ruben Alves



Texto fantástico que tive o privilégio de ler na interdisciplina de Seminário Integrador IV.
Rubem Alves, descreve lindamente seus aforismos, dos quais me vi neles.
Muitas vezes me pergunto o porquê de ter que ensinar tais conteúdos, dos quais acredito ser totalmente desnecessários e essa inquietude ele aborda de uma forma muito clara e verdadeira,
Suas palavras são belas e ao mesmo tempo fortes... chegam a arrepiar.
 “Pobres professoras, também engaioladas... São obrigadas a ensinar o que os programas mandam, sabendo que é inútil. ”
 Na prática, acredito que dificilmente haverá uma escola totalmente “gaiola” ou totalmente “asa”. Pois como disse anteriormente o professor não é livre para escolher o que é mais ou menos significativo para seus alunos, mas sim, ele pode proporcionar que suas aulas sejam agradáveis e despertem interesse nos alunos, trazendo para junto aquilo que lhes interessa.


segunda-feira, 19 de setembro de 2016

EIXO 4

... E as coisas nem sempre são como a gente espera.
Há momentos em que dá vontade de desistir de tudo, jogar tudo para o alto
Mas aí vem aquela "vozinha" lá no fundo que diz: "não faça isso"... é o teu sonho.
Então, se enxuga as lágrimas e  busca forças lá do íntimo para seguir em frente.
E assim inicio o semestre!!
E assim enfrento esse ano tão difícil. mas ao mesmo tempo cheio de surpresas.
E como diz Rubem Alves
"Há esperanças"...
 Enquanto houver esperanças, há chances de mudar e continuar na busca de ideais...



Tenho medo de escrever


"Tenho medo de escrever. É tão perigoso. Quem tentou, sabe. Perigo de mexer no que está oculto — e o mundo não está à tona, está oculto em suas raízes submersas em profundidades do mar. Para escrever tenho que me colocar no vazio. Neste vazio é que existo intuitivamente. Mas é um vazio terrivelmente perigoso: dele arranco sangue. Sou um escritor que tem medo da cilada das palavras: as palavras que digo escondem outras — quais? talvez as diga. Escrever é uma pedra lançada no poço fundo". 
Clarice Lispector, in 'Um Sopro de Vida"

De fato, sou umas das pessoas que tem medo de escrever... 
Difícil saber usar as palavras certas, da forma certa,  de modo que seja compreendida com a mesma intenção em que foi escrita.
As vezes quero expressar algo e a pessoa que lê entende de uma forma diferente da que pensei. Escrever requer atenção e saber usar as palavras.
Uma boa forma de aprender a escrever, é ler... Aí vem aquela ideia: "puxa, mas essa pessoa escreveu exatamente o que eu queria dizer". Daí vem outra história: o plágio.
Plagiar é apresentar como da própria autoria (obra artística, científica etc. que pertence a outrem).
É preciso ter cuidado na hora de escrever e aprender a colocar suas ideias sem copiar as dos outros e colocar as devidas referências, aqueles cujas as ideias, nos servem naquele momento. 
Ler serve para inspirar, mas as vezes é preciso copiar a ideia de certo autor na integra ou "com suas próprias palavras", para tal, devemos nos utilizar das citações que podem ser diretas ou indiretas.




domingo, 11 de setembro de 2016

Worshop III



     Em cada eixo, surgem novas aprendizagens e desafios.
     Neste eixo minha maior inquietação foi a interdisciplinar de LIBRAS, a qual me senti bastante insegura e preocupada em como conseguiria dar conta de tais exigências sem ter nenhum tipo de familiaridade com a língua.
     Não posso dizer que foi fácil e nem que aprendi todos os sinais linguísticos, mas uma coisa eu posso dizer, essa interdisciplinar foi uma das minhas maiores superações e que me fez refletir a vida.
     Muitas vezes nos paramos a pensar: “e se eu tivesse um aluno surdo, o que eu faria? ”, difícil mesmo é pensar “como ele se sentiria em meio aos ouvintes? ”.
     Essa interdisciplinar proporcionou pensar em como os surdos se sentem no mundo, com auxílio do filme “E se o mundo fosse surdo”.
      Além dessa superação, houve também as mudanças da forma de escrever a síntese reflexiva, a qual também causou um pouquinho de insegurança...
    Mas no final, com muito esforço e dedicação, correu tudo e certo e mais uma vez superei o “medo” da apresentação oral e aqui estou feliz em ter vencido mais uma etapa e iniciar outra.

Que venham os desafios e as conquistas do EIXO IV!!!